A hora é agora!   Vem com a gente!

Estamos vivendo um período de transição no mundo e no Brasil. As mudanças estão em curso e serão feitas com ou sem a participação das forças democráticas da sociedade.

 

Mais de 85% da população brasileira mora nas cidades, cuja modernização não superou suas desigualdades históricas; repensar o Brasil urbano é urgente.

 

Isto vem sendo gestado no que denominamos  “Projeto Brasil Cidades”, cuja formulação inicial se deu na Frente Brasil Popular, mas já constitui uma ampla rede de ação coletiva convergente em torno da agenda urbana.

 

Compreendemos que uma tarefa desse escopo passa por estudiosos, profissionais, mas necessita sobretudo de força com movimentos sociais, de juventude, da população negra, das lutas de gênero, dos coletivos LGBT’s, todas e todos ligados pelo desejo de construir coletivamente cidades mais justas, mais solidárias, economicamente dinâmicas e ambientalmente sustentáveis.

Nosso Fórum foi construído por militantes e com a participação somente de parceiros/as em quem temos confiança e princípios em comum, o que reduziu nosso orçamento, mas nos dá certeza de nossos rumos.

 

Pedimos aqui uma contribuição voluntária dos que estarão conosco nesses dias, de acordo com suas possibilidades, já salientando que militantes de movimentos estão dispensados dessa ajuda.

 

Comitê Nacional:

Erminia Maricato, Karina Leitão, Paolo Colosso, Carina Serra, João Sette Whítaker, Margareth Uemura, Lizete Rubano e Celso Carvalho.

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Encontro da Sociedade Brasileira - 2022 
Venha construir conosco.

"Estamos vivendo um período de acentuada transição. Em grande parte do mundo e também no Brasil, a desigualdade social se aprofunda com a concentração da riqueza sob hegemonia do capital financeiro. São muitos os fatores que concorrem para a formação desse cenário: as novas tecnologias que promovem desemprego estrutural e impactam relações de trabalho; o fortalecimento do neoliberalismo após a crise de 2008; o enfraquecimento dos sindicatos; os ataques à democracia, à ciência e à razão são alguns deles. Perdas históricas de direitos sociais, desmonte do Estado de Bem-estar Social e das políticas públicas também fazem parte desse processo. Some-se a isso o crescimento do racismo, do machismo e da heteronormatividade, fatores estruturais da desigualdade social, e o avanço do projeto genocida da população negra, pobre e periférica e teremos o quadro catastrófico, sob o qual incide a grave crise ambiental e a pandemia decorrente do  coronavírus."

por um projeto para as cidades do Brasil

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