
Eduarda Maria Ribeiro Andrade e Naiara Cardoso dos Santos Mascarenhas
25 de jul. de 2025
BrCidades no Jornal GGN
Historicamente, a condição feminina só foi estudada e pautada a partir de perspectiva eurocêntrica: a mulher branca no centro das discussões.
O debate sobre as realidades, as experiências e as vivências das mulheres negras tem crescido no cenário público a cada ano. Tal crescimento tem uma relação de causa e efeito com o 25 de julho, o Dia Internacional da Mulher Negra Latina e Caribenha, criado em 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas em Santo Domingo, República Dominicana.
No Brasil, desde o dia 2 de junho de 2014, por meio da Lei nº 12.987, essa data também é considerada o Dia Nacional da Mulher Negra e de Tereza de Benguela, líder quilombola que travou uma luta contra o regime escravista colonial e que, portanto, merece ser reconhecida como heroína nacional.
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