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Por que o debate urbano ainda silencia a questão racial?

Antônio Celestino e Viviane Almeida

20 de nov. de 2025

BrCidades na Carta Capital

As raízes raciais do urbanismo brasileiro e a centralidade do pensamento negro na Reforma Urbana Popular.


No campo do planejamento urbano, de arquitetura e urbanismo, do direito e de diversas outras áreas cuja história é marcada pela majoritária, senão total, presença da branquitude, como podemos pensar em reparação? Trata-se de uma questão ainda mais urgente quando reconhecemos que esses campos não apenas excluem corpos negros de seus espaços de formação e poder, mas, historicamente, produziram as próprias ferramentas técnicas e jurídicas de segregação racial.


Pilha de jornais
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